Projetos

No Stress Oxidativo

Exposição Câmera Viajante na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

Mostra Fotográfica

No stress oxidativo

Curadoria de Christian Lavich Goldschmidt

31/5 à 30/6/2010

Espaço de exposições da UFCSPA

Rua Sarmento Leite, 245

A ecologia, conceito historicamente recente, encontra um espaço significativo na produção artística contemporânea, inclusive na fotografia. No stress oxidativo apresenta imagens sobre a natureza produzidas pela equipe da Câmera Viajante Escola de Imagem em diversos ambientes, incluindo a Mata Atlântica e o Rincão Gaia, paraíso ecológico idealizado pelo ambientalista José Lutzenberger.

A ideia da exposição é atentar para a importância da boa qualidade do ar e seus benefícios para a saúde humana. As imagens captadas pela Câmera Viajante demonstram as belezas de um ambiente saudável, livre da exposição urbana aos poluentes do ar. Desta forma, vejo a fotografia da natureza como uma ferramenta singular de estímulo à sensibilidade individual para a preservação ambiental.

Esta mostra nada mais é que uma proposta que integra ambiente, arte e cultura, contribuindo para uma sociedade mais consciente e responsável pela grande diversidade planetária.

Nesta exposição, entre uma imagem e outra, lembre-se que você pode “InspirAR, expirAR e suspirAR”.

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Christian Lavich Goldschmidt produziu o lançamento dos livros Sinfonia Inacabada – a Vida de José Lutzenberger, da escritora e jornalista Lilian Dreyer, e Lutzenberger e a Paisagem, do fotógrafo e paisagista Paulo Backes. O primeiro evento aconteceu em Manaus, Amazonas, em maio de 2006. A segunda noite de autógrafos foi em março de 2007, em Salvador, Bahia. Nas duas oportunidades Christian contou com o Patrocínio da Tropical Hotels & Resorts Brasil. Os eventos aconteceram com grande participação do público local e com ampla cobertura da imprensa nos dois estados.

bahia1.jpgChristian, Agostinho Leite (presidente da Rede Tropical de Hotéis), Lilian Dreyer e Paulo Backes em lançamento no Hotel Tropical da Bahia.

bahia2.jpgPúblico prestigiando a noite de autógrafos no Hotel Tropical da Bahia.

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“O Mundo é assim…”

foto1.jpgDe agosto de 2006 a agosto de 2007, esteve em cartaz no Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, a peça de teatro “O Mundo é assim…”, escrita pelos diretores de teatro Christian Lavich Goldschmidt e Vera Potthoff.

O texto que homenageia o ecologista gaúcho José Lutzenberger teve seu processo de foto2.jpgcriação acompanhado desde o início por suas filhas, Lilly e Lara Lutzenberger. Produzida pela Ato Produção Cultural, contou com o amparo da Lei Estadual de Incentivo a Cultura e foi patrocinada pela MULTILAB Indústria Farmacêutica, que fez um investimento de R$ 93 mil reais para oferecer aos alunos das escolas públicas de Porto Alegre e Região Metropolitana a gratuidade de ingresso do espetáculo. Com isso, no período de um ano, foram beneficiadas 21 mil crianças.

foto3.jpgA idéia de escrever uma peça de teatro que falasse sobre a obra de José Lutzenberger surgiu em janeiro de 2003 quando o ator e diretor de teatro Christian Lavich Goldschmidt encontrou-se com Fritjof Capra, físico e teórico de sistemas e um dos diretores-fundadores do Centro de Eco-Alfabetização de Berkeley, Califórina. Amigo de Lutzenberger e autor de diversos livros campeões de vendas em vários países do mundo, como “O Tao da Física”, “O Ponto de Mutação”, “A Teia da Vida” e “Conexões Ocultas”, Capra veio ao Brasil para participar do Fórum Social Mundial. Na ocasião, aproveitou a oportunidade para conhecer o Rincão Gaia, sede rural da Fundação Gaia, quando passou um dia conversando e falando à amigos e colaboradores da instituição sobre sua antiga amizade com o ambientalista gaúcho, suas obras e, sobre tudo, de sua experiência em utilizar as artes como ferramenta para fazer “eco-alfabetização” para alunos de 1º e 2º graus nos Estados Unidos.

A peça conta as aventuras de três jovens de 12 e 10 anos que, desestimulados com ofoto4.jpg ambiente duro e sem vida do condomínio fechado em que vivem, se transportam para o Rincão Gaia, uma antiga pedreira fadada a se transformar em lixão e que Lutzenberger transformou em um verdadeiro paraíso ecológico. As aventuras no Rincão tornam-se divertidas e inteligentes. O contraste mostrado na peça entre os condomínios fechados e a natureza expressa a realidade transformada pelo ambientalista. Escrita para o público infantil, mas também indicada para jovens e adultos, os autores procuram aproximar e fortalecer o espírito de encantamento e respeito com o mundo natural do qual somos apenas parte. De um texto leve e de fácil compreensão, a peça é foto5.jpgeducativa, didática e divertida, misturando diálogos, músicas e coreografias que falam dos contrastes da cidade e do campo, versando sobre a problemática do lixo, preservação de fauna e flora silvestre, e a desconstrução da visão antropocêntrica predominante que cataloga os demais membros da grande comunidade terrestre em benéficos e “perigosos” para o homem.

foto6.jpgA realização do Projeto só foi possível graças aos parceiros e apoiadores: Fundação Gaia, Oficina de Teatro Olga Reverbel e Casa de Cultura Mario Quintana uniram-se com o apoio das Secretarias Municipal e Estadual de Educação e com o patrocínio da Multilab para viabilizar o projeto.

As fotografias acima são de Tânia Meinerz e foram feitas na apresentação de 07/08/2007.

convitefrente.jpgEquipe do Projeto em 2006 e 2007

Texto e Direção:
Christian Lavich Goldschmidt e Vera Potthofconviteverso.jpgf

Elenco:
Andréa Ayres, Christian Lavich Goldschmidt e Raquel Peruzzo (em 2006), Patricia Ragazzon (2007).

Cenário e figurino:
Rafael Silva e Pat Fantinel

folderfrente1.jpgMúsicas:
Letra – Christian Lavich Goldschmidt e Vera Potthoff
Música – Soraya Heinrich Eberle

Operador de Luz:
folderverso.jpg Renato Robaina

Monitora e Operadora de Som:
Dilene Lavich Goldschmidt

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PIAGE – Programa de Integração Ambiental Guaíba-Escola

Em 2002, Christian Lavich Goldschmidt, Lucas Ponzi e Mariana Santiago criaram peça teatral exclusiva para o PIAGE. A peça falava sobre o Delta do Jacuí e sua relação com a cidade de Porto Alegre. A peça foi apresentada na Ilha da Casa da Pólvora para crianças das escolas públicas da região metropolitana. Além da peça de teatro, os atores desenvolveram atividades lúdico-educativas, onde se buscou contribuir para a formação de cidadãos conscientes sobre a história e beleza de sua cidade e ávidos por contribuir para sua conservação e desenvolvimento sustentável.

O PIAGE contou com o patrocínio da empresa Boise Cascade do Brasil, e com o apoio institucional das seguintes instituições governamentais: Secretaria Estadual de Educação; SEMA – Secretaria Estadual de Meio Ambiente, através da Fundação Zoobotânica, Pró-Guaíba, e Defap – Departamento Estadual de Florestas e Áreas Protegidas; SMED – Secretaria Municipal de Educação; Secretaria Municipal de cultura; e Centro cultural Usina do Gasômetro.

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